Breno Zucher participou do III Seminário Internacional IA e Direito e apresentou trabalho sobre inteligência artificial, domínio público e a função social da Propriedade Intelectual diante da concentração tecnológica.
Na semana passada, Breno Zucher acompanhou o III Seminário Internacional Inteligência Artificial e Direito: entre a Técnica, a Ética e o Direito. O título já diz muito. A IA não cabe em uma disciplina só, e tentar enquadrá-la apenas pelo Direito, apenas pela Ética ou apenas pela Técnica é deixar de fora o essencial.
Breno apresentou um breve resumo expandido no GT de regulação econômica, intitulado "Inteligência artificial, domínio público e regulação econômica: a função social da Propriedade Intelectual diante da concentração tecnológica." O objetivo do trabalho é analisar materiais autorais como insumo de inteligência artificial.
O tema partiu de uma curiosidade nos treinamentos do modelo GPT-3 da OpenAI, que teve os chamados books 1 and 2 deletados de sua base de dados. Esses dois conjuntos somavam 67 bilhões de tokens e mais de 50 bilhões de palavras de peso no treinamento do GPT-3. Some-se a isso o acordo resultante do processo Bartz v. Anthropic, que chegou à cifra de US$ 1,5 bilhão e pode ter saído barato para a companhia.
Responsável Técnico
Breno Zucher
